Mesa 6 – Diversidade e Apropriação Tecnológica: comunidades tradicionais, gênero e outros usos das mídias

drica/ novembro 11, 2017/ Mesas/ 0 comments

16h30 – 19h
Mediação: Paulo Henrique da Silva Santarém (UnB)

No Brasil, o dividendo digital é muito diferente de acordo com cada região. Na região norte, a conectividade e os computadores são igualmente raros e nenhuma das iniciativas que foram implementadas resultou em uma apropriação digital significante. Se o Brasil tem suas próprias especificidades e não pode realmente adotar um modelo particular, como implementado na América do Norte ou na Europa, como refletir sobre o comportamento sob o qual o espectro está sendo gerenciado e investigar o desenvolvimento de soluções a partir de dispositivos amplamente encontrados para garantir que as comunidades locais e os indivíduos possam ser capacitados pelas ferramentas à sua disposição?

A televisão digital, o rádio analógico e digital, as redes em malha e as infra-estruturas de telefonia celular da comunidade podem ser combinados para serviços interativos, habilitando a trabalhar com ferramentas efetivas que ajudam governos e a sociedade civil a se comunicarem em grandes territórios. Usando dispositivos comunicacionais antigos e novos, as comunidades tradicionais podem produzir suas próprias informações e disponibilizá-las para outros locais distantes ou isolados através de transmissores de baixo consumo de energia: uma vez conectada à Internet, a comunicação local e territorial se torna global, reconfigurando dinamicamente a comunicação esfera pública.

Embora esses novos objetos estéticos de mídia tenham sido entendidos principalmente em seu potencial econômico, como instrumentos de trabalho ou, ainda, de consumo, esta mesa final pretende explorar as múltiplas modalidades de comunicação relacionadas a usos étnicos e experimentais do espectro.

Table 6: Diversity and Technological Appropriation: traditional communities, gender and other uses of the media

In Brazil, the digital dividend is very different according to each region. I the north region, connectivity and computers are equally rare and none of the initiatives which have been implemented resulted in a significant digital appropriation. If Brazil has its own specificities and cannot really adopt a particular model, such as implemented in North America or in Europe, what to think of the behaviour by which the spectrum is being currently managed and investigate the development of solutions from devices largely available in order to guarantee local communities be empowered by the tools available to them.

Digital television, analog and digital radio, mesh networks, community cell phones infrastructures can roday be combined to interactive services, and work as effective tools which helps both government and civil society to communicate over large territories. Using old and new communicational devices, traditional communities can produce their own information and make it available to other distant and/or isolated locations through lower energy consuming transmitters: once connected to the Internet, local and territorial public sphere become global, reconfiguring dynamically the communicational public sphere.

Whilst these new media aesthetic objects have been understood mostly by their economic potential, as instruments of work, or, ideed, of consumption, this final table aims to explore the multiple modalities of spectrum communication related to ethnic and experimental uses.

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